Antes que alguém venha falar sobre a importância da cesariana para salvar vidas, tanto de bebês quanto de suas mães, esse filme esclarece que, isso, ninguém nega. O que na verdade é questionado, é como uma situação emocional tão intensa como essa, na nossa cultura, acontece de forma tão pouco humana. Além do mais, muitos parecem desconhecer a importância dos atos fisiológicos do ponto de vista relacional: isso também pode causar doenças. O aumento absurdo do índices de doenças mentais e do desenvolvimento em bebês e crianças pequenas deveria nos levar a questionar a maneira que construímos a chegada de pessoas que reivindicarão sua história, o amor e dedicação que deveríamos ter por elas e a educação, nem sempre priorizada. A produção em série, conosco, não tem dado muito certo. Acho que podemos concordar que o nascimento, como lidamos hoje em dia, tem levado em consideração uma noção de "vida" que não inclui as emoções (às vezes nem a voz), nem da mãe, nem do bebê.
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Antes que alguém venha falar sobre a importância da cesariana para salvar vidas, tanto de bebês quanto de suas mães, esse filme esclarece que, isso, ninguém nega. O que na verdade é questionado, é como uma situação emocional tão intensa como essa, na nossa cultura, acontece de forma tão pouco humana. Além do mais, muitos parecem desconhecer a importância dos atos fisiológicos do ponto de vista relacional: isso também pode causar doenças. O aumento absurdo do índices de doenças mentais e do desenvolvimento em bebês e crianças pequenas deveria nos levar a questionar a maneira que construímos a chegada de pessoas que reivindicarão sua história, o amor e dedicação que deveríamos ter por elas e a educação, nem sempre priorizada. A produção em série, conosco, não tem dado muito certo. Acho que podemos concordar que o nascimento, como lidamos hoje em dia, tem levado em consideração uma noção de "vida" que não inclui as emoções (às vezes nem a voz), nem da mãe, nem do bebê.
Postado por
RENATA CODEÇO DIAS
às
12:11
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